COMUNICADO – PROJETO DA MINA DA LAGOA SALGADA – ESCLARECIMENTO PÚBLICO

Face às notícias recentemente vindas a público sobre o Projeto da Mina da Lagoa Salgada que demonstram um conhecimento reduzido sobre o próprio projeto e sobre a estratégia portuguesa e europeia do setor, podendo tais notícias conduzir a conclusões precipitadas e comprometedoras na sua avaliação, em curso, a Associação Portuguesa da Sustentabilidade Mineira (APSM) e a Associação Cluster Portugal Mineral Resources (ACPMR), consideram fundamental prestar os seguintes esclarecimentos: O projeto encontra-se em avaliação técnica pela APA A fase atual de avaliação do impacto do projeto é conduzida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), num processo regulado e independente, que integra contributos de entidades públicas, especialistas e da população. Esperamos que a discussão publica seja informada, esclarecedora e participativa no sentido de permitir uma decisão equilibrada e responsável. Compromisso Ambiental Reforçado e Melhoria Contínua do Projeto O promotor definiu a proteção dos aquíferos, a conservação ambiental, a saúde pública e a segurança das populações como pilares incontornáveis do Projeto Lagoa Salgada. Esta postura traduziu-se, desde sempre, reforçada ao longo dos últimos anos, em múltiplas melhorias técnicas ao projeto, de acordo com as melhores técnicas disponíveis (MTD) para o setor. Como divulgado publicamente, a empresa eliminou integralmente do projeto a utilização do cianeto de sódio, substituindo-a por alternativas tecnicamente robustas e ambientalmente ainda mais seguras, alternativas estas que já estavam propostas no anterior EIA e que só foram consolidadas cientificamente no último Estudo de Impacte Ambiental, reformulado. Foram também introduzidas melhorias adicionais para garantir a proteção total dos aquíferos e uma gestão segura dos rejeitados, através de sistemas de impermeabilização e solução de deposição a seco, o que permitiu a redução significativa da área desses rejeitados e evitar de forma clara e inequívoca qualquer tipo de risco de contaminação. Paralelamente, o promotor reforçou a componente social do projeto, incluindo programas de formação profissional, mecanismos participativos de governança, investimentos em habitação, transportes, biodiversidade e iniciativas comunitárias, tais como a disponibilização à população de acesso médico gratuito. A estratégia social e ambiental do projeto continua a evoluir de forma responsável e alinhada com as expetativas da comunidade e das instituições públicas. Confiança na solidez ambiental, social e económica do projeto Mais de 5 anos de estudos ambientais, hidrogeológicos, sociais e de engenharia, realizados por consultores locais, nacionais e internacionais de referência, demonstram que o projeto é responsável, seguro e compatível com o território e será desenvolvido em harmonia com as características da região e de acordo com as melhores práticas da indústria mineira. O projeto está preparado para gerar valor económico e social, garantindo simultaneamente elevados padrões ambientais, salientando-se, repetimos, os reconhecidos benefícios sociais e económicos dos municípios vizinhos de Castro Verde, Almodôvar e Aljustrel. Um projeto estratégico para Grândola, para o Alentejo e para PortugalA Lagoa Salgada representa um dos maiores investimentos industriais do Alentejo nas próximas décadas: O projeto Lagoa Salgada constitui uma oportunidade estratégica para atenuar a forte sazonalidade económica da região, a desertificação demográfica, a falta de diversificação de sectores económicos no concelho de Grândola, promovendo um desenvolvimento estável e sustentável ao longo de todo o ano e para as gerações futuras. Para além disso, o projeto tem capacidade para atrair e fixar população jovem, criando empregos qualificados e com níveis de remuneração superiores à média nacional, como é publicamente conhecido nas minas de Aljustrel e Neves Corvo, contribuindo assim para reforçar a vitalidade económica e social do território. Compromisso ambiental e social sólido O Projeto Lagoa Salgada foi reconhecido, em 2022, pelo Estado Português, nos termos da Lei, como Projeto de Interesse Nacional (PIN), refletindo: Total disponibilidade para diálogo com todas as entidades interessadasO promotor está, como esteve até ao momento, disponível para colaborar e dialogar com todas as entidades públicas ou privadas no sentido de esclarecer cabalmente as dúvidas que possam surgir relativamente ao projeto da Mina da Lagoa Salgada. Associação Portuguesa da Sustentabilidade Mineira Associação Cluster Portugal Mineral Resources
PROJETO RISE I3 PROMOVE COOPERAÇÃO SUSTENTÁVEL E INOVAÇÃO ENTRE REGIÕES EUROPEIAS

O projeto RISE I3 teve como principal objetivo promover a cooperação sustentável e acelerar a adoção de inovações nas regiões europeias menos desenvolvidas, abrangendo a Bulgária, Eslovénia e Portugal, bem como Espanha, Finlândia e Suécia. Entre os principais resultados alcançados, destacam-se: A próxima etapa do projeto estará centrada no reforço do ecossistema RISE, consolidando as parcerias estabelecidas e promovendo novas colaborações em projetos de diferentes áreas. O RISE I3 continua, assim, a ser um exemplo de como a cooperação europeia pode gerar valor acrescentado e impulsionar a inovação de forma sustentável. Veja aqui o comunicado de imprensa.
PlaCaPRe | Reunião de Trabalho – LNEG Aljustrel

No âmbito da execução da Plataforma para o Reforço das Cadeias Produtivas Regionais (PlaCaPRe), realizou-se uma reunião de trabalho nas instalações do LNEG – Campus de Aljustrel dedicada à investigação, valorização e articulação estratégica dos Recursos Minerais, enquanto ativo estruturante do Alentejo. Um dos pontos centrais da sessão foi a apresentação e discussão de um conceito de hub colaborativo na área dos recursos minerais, enquadrado nos Domínios Transversais da Digitalização e da Circularidade da Economia, em alinhamento com a Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI 2030). A relevância do tema e do respetivo enquadramento estratégico foi reconhecida pelos parceiros institucionais, incluindo a CCDR Alentejo. Este conceito procura responder a uma falha estrutural da cadeia regional, promovendo a articulação integrada entre entidades públicas, indústria, ciência, centros de investigação e universidades, num espaço de cooperação, partilha de conhecimento e valorização de ativos estratégicos, com potencial de projeção nacional e europeia. O trabalho, atualmente em curso, centra-se na maturação do conceito, no reforço da componente territorial e na consolidação do seu potencial estruturante, no âmbito da PlaCaPRe, sob coordenação do Sines Tecnopolo e cocoordenação da ACPMR, com envolvimento do ecossistema regional. A PlaCaPRe prossegue, deste modo, com a sua missão de transformar temas estratégicos em soluções colaborativas, com foco na execução, no alinhamento institucional e na criação de valor efetivo para o território.
CRIAlt reúne em Tróia para reforçar alinhamento estratégico da EREI 2030 e do Programa Regional ALENTEJO 2030

O Conselho Regional de Inovação do Alentejo (CRIAlt) realizou uma reunião de trabalho no Centro Experimental da Marinha, em Tróia, dedicada ao acompanhamento da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI 2030) e à análise dos mais recentes desenvolvimentos do Programa Regional ALENTEJO 2030, no dia 27 de novembro. O encontro decorreu num contexto marcado pela implementação do novo modelo de governação da EREI 2030 e pela recente reprogramação do Programa Regional, que introduziu ajustamentos significativos nas prioridades de investimento e nas metas de execução. A sessão iniciou com uma visita guiada e apresentação das instalações do Centro Experimental da Marinha. Seguiram-se a abertura dos trabalhos, a apresentação da Reprogramação do Programa Regional ALENTEJO 2030 e um ponto de situação sobre o trabalho em curso nas Plataformas Regionais de Inovação, elementos estruturantes para a execução da estratégia regional. A reunião terminou com um pitch da Startup Portugal, que destacou o papel do empreendedorismo inovador no desenvolvimento regional. Tiago Teotónio Pereira, Vogal Executivo do ALENTEJO 2030, dirigiu a reunião e destacou o “grande momento de partilha e avanço do Ecossistema Regional do Alentejo”. Referiu ainda que “a aproximação entre parceiros e o intercâmbio de experiências vão permitir um posicionamento futuro do Alentejo em áreas críticas, como a defesa, o espaço e a segurança”. Esta sessão assume-se como um passo fulcral na consolidação de uma visão integrada para o futuro do Alentejo, reforçando a cooperação regional num momento estratégico para a inovação e competitividade do território.
Portugal acolhe MINEX Europe 2025

O MINEX Europe 2025 realiza-se entre 21 e 23 de outubro, em Oeiras, e contará com a participação do Cluster Portugal Mineral Resources como anfitrião de uma sessão dedicada à mineração sustentável em Portugal. A sessão decorre no dia 21 e reúne entidades públicas, empresas e especialistas para debater o papel do país na segurança de abastecimento de matérias-primas críticas. Minex Europe 2025 em Oeiras de 21 a 23 de Outubro A União Europeia enfrenta uma elevada dependência externa no acesso a matérias-primas críticas (CRMs), essenciais para setores estratégicos como as energias renováveis, a mobilidade elétrica e a digitalização. Em resposta, tem vindo a reforçar o seu compromisso com a transição para uma economia mais autónoma e resiliente, através de políticas como o Regulamento das Matérias-Primas Críticas (CRMA) e o apoio a projetos estratégicos em toda a Europa. É neste cenário que se realiza o MINEX Europe 2025, entre os dias 21 e 23 de outubro, no Lagoas Park Hotel, em Lisboa. Organizado pela Advantix Ltd., o evento reúne profissionais do setor mineiro, decisores políticos e empresas para discutir soluções sustentáveis, tecnológicas e colaborativas para garantir o abastecimento europeu de matérias-primas. Desde 2015, o MINEX viaja por diferentes países europeus, com edições anteriores na Polónia, Áustria e República Checa. Sessão de 21 de outubro: O Cluster como anfitrião da transição mineira em Portugal No primeiro dia do evento, o Cluster Portugal Mineral Resources organiza a sessão “Da Exploração à Extração – A Nova Era da Mineração Sustentável em Portugal”, das 11h00 às 13h00. Esta sessão coloca Portugal no centro do debate europeu sobre autonomia estratégica em matérias-primas. O objetivo é apresentar a evolução do setor mineiro nacional no contexto do CRMA e dar visibilidade a projetos e iniciativas que reforçam a sustentabilidade, a inovação e o aproveitamento dos recursos nacionais. Moderado pelo Presidente do Conselho de Administração do Cluster Portugal Mineral Resources, Luís Martins, o painel conta com intervenções de: Haverá ainda uma mesa-redonda com representantes de empresas como Somincor/Boliden, Redcorp, Almonti, Mineralia, Savannah Resources, Lusorecursos e Mota Ceramics Solutions, abordando o potencial do cobre, tungsténio, lítio e feldspato em Portugal. A sessão organizada pelo Cluster é uma oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre o setor mineral português, trocar experiências e promover colaborações estratégicas num momento-chave para o futuro industrial da Europa. 📍 Quando: 21 de outubro de 2025, das 11h00 às 13h00📍 Onde: Lagoas Park Hotel, Porto Salvo – Lisboa🔗 Mais informações: 2025.minexeurope.com Consulte o programa.
PlaCaPRe deu o pontapé de saída para a definição dos projetos estruturantes do Alentejo

No passado dia 4 de julho, realizou-se online o 1.º Workshop da Plataforma para o Reforço das Cadeias Produtivas Regionais (PlaCaPRe), reunindo entidades estratégicas dos quatro domínios de especialização da EREI 2030: Bioeconomia Sustentável; Energia Sustentável; Mobilidade e Logística; Serviços de Turismo e Hospitalidade. Durante a sessão, os participantes partilharam desafios e oportunidades, abrindo caminho à identificação colaborativa de projetos âncora que irão potenciar o desenvolvimento económico, social e ambiental do Alentejo. A PlaCaPRe, coordenada pelo Sines Tecnopolo e co coordenada pela ACPMR – Associação Cluster Portugal Mineral Resources, é um espaço de trabalho em rede que liga empresas, instituições de ensino e investigação, entidades públicas e sociedade civil, mobilizando investimentos alinhados com a transição verde e digital. Este workshop marca o início de um processo dinâmico e contínuo de cocriação de soluções transformadoras, com impacto real no território e nas suas cadeias de valor estratégicas.
UNIVERSIDADE DE ÉVORA PROMOVE LIGAÇÃO ENTRE INVESTIGAÇÃO E INDÚSTRIA DA PEDRA NATURAL

A Universidade de Évora promoveu, entre os dias 30 de junho e 1 de julho, a iniciativa “Workshop em Andamento” dirigida a alunos de mestrado e doutoramento nas áreas dos recursos minerais, no âmbito da Agenda Sustainable Stone by Portugal, financiada pelo PRR – Recuperar Portugal. Com visitas técnicas às empresas SOLANCIS, JULIPEDRA, LSI STONE e FRAVIZEL, entidades integrantes do consórcio da Agenda, e ainda a visita às Pegadas de Dinossauros de Vale de Meios, esta iniciativa teve como propósito promover a Indústria, dar visibilidade ao que tem sido desenvolvido, acompanhar de perto os processos, no setor ao nível da sustentabilidade, inovação e digitalização, e aproximar a academia da indústria da pedra natural. Para além de abrir as portas da indústria ao olhar de quem investiga e aprende, esta ação contribuiu para a valorização do setor, destacando os seus desafios, avanços e o compromisso com a transição verde e digital.
POSICIONAMENTO DO CLUSTER PORTUGAL MINERAL RESOURCES SOBRE O PROJETO DE LAGOA SALGADA

O Cluster Portugal Mineral Resources subscreve a nota informativa publicada a 17 de junho pela Associação Portuguesa de Geólogos sobre o projeto mineiro da Lagoa Salgada, Grândola. Este projeto, desenvolvido pela empresa Redcorp/Ascendant, sediada no Canadá, é um empreendimento mineiro de grande escala e representa uma oportunidade estratégica para reforçar o papel do país como fornecedor de matérias-primas críticas e estratégicas para a União Europeia, em consonância com o EU Critical Raw Materials Act. Localizado perto de Grândola, na Faixa Piritosa Ibérica, o jazigo de sulfuretos maciços foi descoberto em 1992 e encontra-se oculto sob mais de 125 metros de sedimentos. A sua exploração será realizada por via subterrânea, com acesso por rampa e com um processo de tratamento mineral semelhante ao utilizado nas minas de Neves-Corvo e Aljustrel, mas adaptado às particularidades deste depósito. Para garantir a viabilidade económica do projeto, é fundamental valorizar os metais presentes nas zonas superiores do jazigo, nomeadamente o ouro e a prata, cujos teores e relevância comercial são significativos. A recuperação do ouro recorrerá à técnica de lixiviação com cianeto —reconhecida como a mais eficaz a nível global para este tipo de minério. Apesar das preocupações legítimas frequentemente associadas à toxicidade do cianeto — e amplificadas no debate público e mediático — importa referir que esta técnica é amplamente utilizada em países tecnologicamente desenvolvidos, como a Austrália, onde é aplicada com eficácia e segurança ambiental comprovada. A evidência histórica indica que, quando utilizado em circuito fechado, os acidentes com impacto ambiental significativo são extremamente raros, com menos de vinte casos registados desde o século XIX. Além disso, o cianeto é amplamente utilizado em diversas cadeias de valor industriais, incluindo a agricultura (controlo de pragas, conservação de cereais), plásticos, fotografia, colas, ourivesaria e bijuteria — contextos em que não suscita contestação pública relevante. Apesar da complexidade do projeto e dos desafios associados à sua viabilidade económica dentro do cumprimento integral da legislação ambiental nacional e europeia, a Redcorp/Ascendant tem, desde 2008, assumido um compromisso com a excelência económica, ambiental e social. Neste percurso, foram investidos mais de 32 milhões de euros, impulsionando a criação de emprego direto e indireto a nível local e regional. A empresa tem mantido uma relação de proximidade com os atores locais, promovendo a sua participação informada, assegurando um desempenho ambiental responsável e alinhado com as melhores práticas internacionais. Considerando o envolvimento inicial do Estado na descoberta deste depósito, seria desejável que as condições regulatórias atuais permitissem a continuidade do processo de avaliação e desenvolvimento do projeto, com base no diálogo técnico e na ponderação informada. O Cluster Portugal Mineral Resources reafirma a sua confiança de que o seu associado Redcorp/Ascendant está plenamente disponível para dialogar com as entidades competentes, com vista a alcançar um entendimento quanto à utilização do cianeto, assegurando todas as garantias técnicas e legais. Como sempre, o Cluster mantém-se igualmente disponível para prestar quaisquer esclarecimentos técnicos adicionais que se revelem necessários. Nota Técnica – Atualização sobre o ProcessamentoNa sequência da divulgação do comunicado, o Cluster Portugal Mineral Resources foi informado pelo seu associado Redcorp/Ascendant de uma importante atualização técnica relativa ao projeto de Lagoa Salgada. Contrariamente ao que constava na versão inicial do Estudo de Impacte Ambiental, a estratégia de processamento do minério já não contempla a utilização de cianeto de sódio. Após uma fase de otimização do projeto, baseada em ensaios mineralúrgicos recentes conduzidos com o apoio da Wardell Armstrong International, foi adotada uma nova abordagem metalúrgica que elimina por completo o uso de cianeto. O novo circuito baseia-se exclusivamente em flotação multimetálica convencional, permitindo a recuperação, num único concentrado comercializável, de chumbo, vanádio, ouro e prata. Esta alteração representa ganhos significativos em termos ambientais, técnicos e económicos, destacando-se: Esta evolução técnica fortalece o perfil de sustentabilidade do projeto, mitigando preocupações anteriormente associadas à lixiviação com cianeto, e reforça o compromisso da Redcorp/Ascendant com as melhores práticas do setor mineiro.
RISE FOI APRESENTADO NO GLOBAL STONE CONGRESS 2025 NA GRÉCIA

Durante o dia de hoje, dia 19 de junho, no Global Stone Congress 2025, a ACPMR apresentou o projeto RISE I3, destacando o seu papel enquanto promotora de soluções circulares interregionais nos setores das matérias-primas, construção e manufatura avançada. O seminário, integrado na programação oficial do congresso, deu a conhecer como o RISE – financiado pela União Europeia através do Instrumento I3 – está a apoiar regiões menos desenvolvidas e em transição na valorização de inovação sustentável. Os principais tópicos abordados incluíram:🔹 Estratégias para ultrapassar o “Vale da Morte” das inovações circulares🔹 Como criar pipelines de investimento interregionais eficazes🔹 O papel das Estratégias de Especialização Inteligente (S3)🔹 Novas oportunidades de colaboração para acelerar a transição verde e digital A sessão terminou com um brainstorming colaborativo, reunindo participantes de várias regiões para cocriar ideias alinhadas com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu. Um momento de partilha, compromisso e visão para o futuro da economia circular na Europa!
AGENDA SUSTAINABLE STONE BY PORTUGAL É DESTACADA DURANTE GLOBAL STONE CONGRESS 2025 NA GRÉCIA

Hoje, dia 19 de junho, a Agenda Sustainable Stone by Portugal foi apresentada no quarto dia do Global Stone Congress 2025, evidenciando o papel de Portugal como referência internacional no setor da pedra natural sustentável. 🌍♻️ A ACPMR, enquanto entidade coordenadora da Agenda, apresentou os trabalhos desenvolvidos, o estado da sua execução, e reforçou a importância da colaboração entre empresas, universidades e centros de investigação na construção de um futuro mais inovador e competitivo para o setor. A apresentação contou também com a presença da Universidade de Évora, enquanto Universidade parceira da Agenda. Este momento representou uma valorização do esforço coletivo que impulsiona a transição verde e digital da fileira da pedra natural portuguesa.